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	<title>Um serviço CRIASnotícias</title>
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		<title>CONFERÊNCIA MUNDIAL DO MÉXICO POPULARIZA O PRESERVATIVO FEMININO</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 08:40:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O preservativo feminino em 15 anos de existência e, 7 conferências mundiais de Aids depois, teve certa visibilidade nas discussões de prevenção ao HIV/AIDS. O tema foi discutido em 10 sessões na programação paralela do vento, foi amplamente distribuído e fez parte da bolsa dos congressistas. Na Aldeia Global, o preservativo feminino foi amplamente divulgado, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=192&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O preservativo feminino em 15 anos de existência e, 7 conferências mundiais de Aids depois, teve certa visibilidade nas discussões de prevenção ao HIV/AIDS. O tema foi discutido em 10 sessões na programação paralela do vento, foi amplamente distribuído e fez parte da bolsa dos congressistas. </p>
<p>Na Aldeia Global, o preservativo feminino foi amplamente divulgado, dentro d área das mulheres. Nesse espaço, Maya Gokul, responsável pelo treinamento do preservativo feminino da Female Health company, fez demonstrações do uso correto do produto em um modelo pélvico para mais de mil pessoas por dia. “Estou muito feliz com o interesse das pessoas pelo preservativo feminino. Em mais de 10 anos de trabalho de divulgação do produto, nunca vi tanto interesse. Homens e mulheres, jovens e velhos, de diferentes países participaram do workshop. Todos queriam aprender sobre o preservativo feminino”, comemorou Maya. “Muitas pessoas me disseram que era a primeira vez que estavam vendo a camisinha, muitas nem sabiam de sua existência”, afirmou Maya.</p>
<p>Durante o workshop, a especialista em preservativo feminino demonstrava o jeito certo de abrir o preservativo –usando as mãos– como introduzi-lo na vagina, a importância de garantir a penetração do pênis dentro do anel externo, até a sua remoção. Ela ressaltava sempre a necessidade de se discutir com o parceiro o uso do preservativo feminino. Segundo Maya, na África do Sul, seu país, “se a mulher não conversar com o marido ou namorado sobre a sua decisão de usar o preservativo feminino, ela pode apanhar”. </p>
<p>A popularização do preservativo feminino não é uma tarefa fácil. Há muita resistência em relação ao produto que, segundo relatos, é muito barulhento, feio e de difícil uso. Durante uma das apresentações do produto, Henriete Edward Bertsen, da Noruega, foi muito enfática ao afirmar que detestou o produto quando usou com seu namorado. “Achei muito difícil de colocar, o material muito plástico e fiquei muito desconfortável. Resolvemos continuar usando a camisinha masculina”. A recomendação de Maya é que se use o produto três vezes antes de se ter uma opinião formada, isso porque tudo que é novo causa estranheza. </p>
<p>Já para Sophie Dilmits, portadora do HIV, o preservativo feminino trouxe mais tranqüilidade para sua vida sexual. “Não tem perigo de estourar como o masculino, nem do parceiro perder a ereção na hora de colocar a camisinha e não precisa ser retirado logo após a ejaculação”, relatou a representante da YMCA mundial.</p>
<p>Na próxima conferência Mundial de Aids, em 2010 que será realizada em Viena, se os esforços de acesso universal ao preservativo feminino forem alcançados, provavelmente mais mulheres poderão apresentar relatos sobre o produto. </p>
<p>Marina Pecoraro<br />
A jornalista Marina Pecoraro viaja ao México e acompanha a XVII Conferência Internacional de Aids como repórter, em parceria com a Agência de Notícias da Aids e apoio do Female Health Company </strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/criasaids2008.wordpress.com/192/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/criasaids2008.wordpress.com/192/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/criasaids2008.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/criasaids2008.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/criasaids2008.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/criasaids2008.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/criasaids2008.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/criasaids2008.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/criasaids2008.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/criasaids2008.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/criasaids2008.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/criasaids2008.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/criasaids2008.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/criasaids2008.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/criasaids2008.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/criasaids2008.wordpress.com/192/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=192&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Especialista alerta para propagação da aids na Índia e na China</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 08:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[México, 8 ago (EFE).- A incidência da aids na Ásia continua &#8220;baixa&#8221;, embora a Índia, com 2,3 milhões de portadores do HIV, seja o terceiro país do mundo com mais infectados, e na China exista o risco de a doença se alastrar, disse à Agência Efe um especialista indiano. Com aproximadamente 650.000 casos, a China [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=191&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>México, 8 ago (EFE).- A incidência da aids na Ásia continua &#8220;baixa&#8221;, embora a Índia, com 2,3 milhões de portadores do HIV, seja o terceiro país do mundo com mais infectados, e na China exista o risco de a doença se alastrar, disse à Agência Efe um especialista indiano.</p>
<p>Com aproximadamente 650.000 casos, a China reagiu bem aos contágios entre usuários de drogas injetáveis, mas, devido à intensa migração para as grandes cidades e aos poucos avanços da prevenção entre as prostitutas, &#8220;há potencial para que (a aids) exploda&#8221; nos próximos anos, disse Anit Mukherjee em uma entrevista.</p>
<p>Na China, a província de Hunan, que faz fronteira com a Tailândia e Mianmar, é a que registra mais casos de infecções pelo HIV, a maior parte deles a partir do compartilhamento de seringas entre usuários de drogas.</p>
<p>&#8220;No norte do país e nas grandes cidades, o que movimenta a epidemia são os homens que fazem sexo com homens e o trabalho sexual&#8221;, disse o especialista.</p>
<p>No entanto, o gigante asiático tem um dos melhores programas para drogados, aos quais distribui agulhas esterilizadas e oferece tratamento substitutivo. Além disso, conseguiu controlar a situação em muitas regiões.</p>
<p>O pesquisador indiano é um dos autores do relatório da Comissão sobre a Aids na Ásia, criada pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e que recentemente analisou a situação da doença em 20 países da região, sem incluir os da Ásia Central.</p>
<p>&#8220;Temos países em todos os estágios da epidemia&#8221;, disse Mukherjee, que destacou como positivo o fato de, em todas as nações, a doença atingir de 1% a 2% da população adulta.</p>
<p>&#8220;É a principal diferença que temos em relação à África&#8221;, que concentra 67% dos casos de HIV no mundo todo.</p>
<p>Tailândia, Camboja e Índia foram os primeiros países asiáticos a sofrer com a pandemia, sendo que o Governo tailandês foi o primeiro a ser bem-sucedido no combate à doença.</p>
<p>&#8220;Eles fizeram uma campanha muito agressiva sobre o uso de preservativos&#8221;, disse Mukherjee, que lembrou que a Tailândia é exemplo de &#8220;&#8216;sucesso precoce&#8217;&#8221;, apesar de ter 400.000 soropositivos.</p>
<p>Na Índia, a epidemia está descendo para o sul do país, onde os preservativos são usados em 80% das relações. Porém, a incidência da doença está aumentando no nordeste, principalmente na fronteira com a China e Mianmar.</p>
<p>&#8220;Há mais consumo de drogas (sobretudo heroína) nessa região por ela estar próxima do (chamado) &#8216;Triângulo Dourado&#8217;&#8221;, destacou o especialista, que lamenta que não se faça o suficiente para atender aos usuários de drogas injetáveis.</p>
<p>De modo geral, a Índia não investiu muito em programas amplos de combate ao HIV, já que preferiu focar mais a saúde sexual da população, o que traz resultados limitados.</p>
<p>Por essa razão, há uma alta incidência de mulheres infectadas, a maioria viúvas contaminadas por maridos que contraíram a doença quando eram jovens. EFE</strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/criasaids2008.wordpress.com/191/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/criasaids2008.wordpress.com/191/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/criasaids2008.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/criasaids2008.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/criasaids2008.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/criasaids2008.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/criasaids2008.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/criasaids2008.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/criasaids2008.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/criasaids2008.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/criasaids2008.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/criasaids2008.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/criasaids2008.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/criasaids2008.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/criasaids2008.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/criasaids2008.wordpress.com/191/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=191&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Conferência sobre aids termina cobrando mais ajuda do G8</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 08:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[México, 8 ago (EFE).- A 17ª Conferência Internacional sobre a Aids terminou hoje, no México, com um apelo para que os países do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais desenvolvidos do mundo e a Rússia) façam um esforço econômico e lancem um plano de ajuda como o aprovado recentemente nos Estados Unidos. &#8220;É [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=189&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>México, 8 ago (EFE).- A 17ª Conferência Internacional sobre a Aids terminou hoje, no México, com um apelo para que os países do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais desenvolvidos do mundo e a Rússia) façam um esforço econômico e lancem um plano de ajuda como o aprovado recentemente nos Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;É preciso igualar a contribuição dada pelos EUA agora!&#8221;, disse o argentino naturalizado canadense Julio Montaner, novo presidente da Sociedade Internacional de Aids.</p>
<p>No último dia 30, o presidente americano, George W. Bush, sancionou uma lei que triplica para US$ 48 bilhões a ajuda de seu país para o combate à aids nos próximos cinco anos.</p>
<p>Há dois anos, a 16ª conferência sobre a doença, realizada em Toronto, também terminou com um pedido para que os países mais desenvolvidos do planeta cumprissem suas promessas no âmbito da luta contra o HIV, vírus com qual 33 milhões de pessoas convivem atualmente no mundo.</p>
<p>No México, país anfitrião da reunião deste ano, o compromisso de até 2010 estender a todos os doentes o tratamento contra a aids parece distante, situação que se repete em muitas nações.</p>
<p>No entanto, o diretor-executivo do Fundo Mundial para a Luta contra o HIV/aids, a Tuberculose e a Malária, Michel Kazatchkine, lembrou hoje, em um discurso de encerramento, que os avanços obtidos estão &#8220;salvando vidas em uma escala sem precedentes&#8221;.</p>
<p>O especialista também destacou o fato de que, &#8220;contrariando alguns prognósticos, não há uma evidência alarmante de que (o HIV) esteja ficando resistente aos remédios&#8221; anti-retrovirais.</p>
<p>Kazatchkine também reconheceu que, 27 anos depois da identificação da doença, combate à pandemia está sendo liderado pelas nações do hemisfério sul, onde ministros, chefes de Estado, jovens e pessoas que convivem com o HIV vírus se envolvem cada vez mais nessa batalha.</p>
<p>Sobre o futuro da luta contra a aids, o especialista disse que ainda restam muitos desafios, entre os quais citou: a melhora dos direitos humanos dos soropositivos, os avanços nas pesquisas, o reforço do sistema de saúde e a captação de fundos.</p>
<p>&#8220;Estamos muito preocupados, porque, a menos de dois anos da meta de garantir o &#8216;acesso universal&#8217; (a tratamentos, cuidados e programas preventivos), o G8 empenhou pouco mais de um terço dos recursos que prometeu entregar até 2010&#8243;, disse Kazatchkine.</p>
<p>O discurso do presidente do Fundo Mundial para a Luta contra o HIV/aids foi interrompido por um grupo de ativistas que cobravam melhores condições de moradia para os portadores do HIV.</p>
<p>Outro grupo de manifestantes se apresentou na sala de sessões para criticar o México por não distribuir anti-retrovirais suficientes para os quase 200.000 contaminados do país.</p>
<p>Um dos co-presidentes da conferência, o mexicano Luis Soto Ramírez, disse que, no futuro, dois grandes inimigos do combate à aids serão &#8220;a complacência política&#8221; e uma eventual &#8220;falta de fundos&#8221; para atender por mais tempo todas as pessoas que precisarem de tratamento e programas preventivos.</p>
<p>Já a ONG Oxfam Internacional lamentou o fato de a conferência mexicana ter terminado &#8220;sem apresentar um plano concreto para assegurar o acesso universal&#8221; dos portadores do HIV &#8220;a programas preventivos, tratamentos e cuidados&#8221; específicos.</p>
<p>Antes do fim do encontro, foi exibido um vídeo com os momentos de maior destaque da edição, como os discursos do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, do diretor-executivo da Unaids, Peter Piot, e do ex-presidente dos EUA Bill Clinton.</p>
<p>Segundo os organizadores, mais 21 mil convidados, três mil jornalistas e 55 mil visitantes assistiram à 17ª Conferência Internacional sobre a Aids, a primeira deste tipo realizada na América Latina. EFE</strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/criasaids2008.wordpress.com/189/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/criasaids2008.wordpress.com/189/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/criasaids2008.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/criasaids2008.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/criasaids2008.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/criasaids2008.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/criasaids2008.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/criasaids2008.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/criasaids2008.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/criasaids2008.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/criasaids2008.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/criasaids2008.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/criasaids2008.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/criasaids2008.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/criasaids2008.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/criasaids2008.wordpress.com/189/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=189&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>SIDA: Presidente da Sociedade Internacional da Sida diz que falta &#8220;vontade política&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 08:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[México, 08 Ago (Lusa) &#8211; O novo presidente da Sociedade Internacional da Sida, o argentino Júlio Montaner, afirmou hoje que falta &#8220;vontade política&#8221; para controlar a pandemia global. &#8220;Com uma terapia antiretroviral gratuita, políticas de prevenção e um rastreio agressivo, podia-se controlar a epidemia em pouco tempo. Se tal não é feito é porque falta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=187&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>México, 08 Ago (Lusa) &#8211; O novo presidente da Sociedade Internacional da Sida, o argentino Júlio Montaner, afirmou hoje que falta &#8220;vontade política&#8221; para controlar a pandemia global.</p>
<p>&#8220;Com uma terapia antiretroviral gratuita, políticas de prevenção e um rastreio agressivo, podia-se controlar a epidemia em pouco tempo. Se tal não é feito é porque falta vontade política&#8221;, afirmou Júlio Montaner, em entrevista à agência EFE.</p>
<p>Júlio Montaner foi um dos participantes da XVII Conferência Internacional sobre Sida, que terminou hoje na cidade do México.</p>
<p>Sobre a reunião, que juntou durante seis dias cerca de 24 mil delegados, entre especialistas, cientistas e activistas, de mais de 190 países, o recém-empossado presidente da Sociedade Internacional da Sida fez um balanço muito positivo.</p>
<p>&#8220;Mais de 50 por cento dos delegados participaram pela primeira vez numa conferência internacional sobre Sida, ou seja, recrutámos uma geração completamente nova para a luta contra a doença&#8221;, referiu, considerando esse facto &#8220;extremamente importante no momento em que se dá conta que se trata de uma epidemia que se vai prolongar a longo prazo&#8221;.</p>
<p>Além disso, acrescentou, a conferência serviu também para alertar a América latina sobre esta epidemia e para &#8220;discutir de forma intensa&#8221; os aspectos sociais e legislativos da Sida.</p>
<p>&#8220;Havendo testes rápidos, que se podem fazer num minuto, em qualquer lugar, que não necessitam de tecnologia muito complicada, as campanhas de rastreio podiam ser muito maiores&#8221;, sublinhou Júlio Montaner.</p>
<p>Entretanto, já depois do fim da conferência internacional, a organização não-governamental Oxfan emitiu um comunicado, onde lamenta que o encontro tenha terminado sem a apresentação de uma plano concreto para garantir o acesso universal ao tratamento às pessoas com HIV.</p>
<p>Os responsáveis governamentais e das Nações Unidas que assistiram à conferência &#8220;falam de 2015 como um horizonte suficientemente bom e parecem sentir-se bem ao deixar escapar o objectivo de 2010&#8243;, refere a Oxfan em comunicado.</p>
<p>Na nota, a organização recorda que em 2005 o grupo de países do G8 apontou um prazo de cinco anos para garantir o acesso universal ao tratamento para os doentes com Sida.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma situação de emergência. Não podemos perder tempo. As pessoas mais vulneráveis no mundo, esperam que os seus Governos cumpram essa promessa em 2010&#8243;, sublinhou a cantora escocesa Annie Lennox, embaixadora da Oxfam.</p>
<p>Segundo dados das Nações Unidas, em 2007 existiam em todo o mundo 33,2 milhões de pessoas infectadas com o vírus da Sida, das quais 30 milhões sem acesso a medicamentos.</p>
<p>Os países mais afectados são os da Africa Sub-Sariana, onde a Sida é a principal causa de mortalidade e que reúne dois terços dos infectados.</p>
<p>Na África do Sul, Botsuana e Zimbabué, cerca de 20 por cento da população está infectada.</p>
<p>As Nações Unidas estimam que tenham morrido 2,1 milhões de pessoas devido à Sida e se tenham registado 2,5 novas infecções.</p>
<p>A próxima conferência internacional sobre a Sida, que se reúne de dois em dois anos, irá realizar-se de 18 a 23 de Julho de 2010 em Viena, na Áustria.</p>
<p>VAM.</p>
<p>Lusa</strong></p>
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		<title>AIDS: CONFERÊNCIA ENCERRADA COM RESULTADOS &#8220;POBRES&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 08:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[CIDADE DO MÉXICO, 8 AGO (ANSA) &#8211; A 17ª Conferência Internacional da Aids encerrou hoje com o reconhecimento de que não se alcançaram as metas para 2010 de obter uma vacina e o acesso universal ao tratamento, prevenção e cuidado de doentes, e em meio às críticas de algumas ONGs sobre seus resultados &#8220;pobres&#8221;. Luis [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=183&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CIDADE DO MÉXICO, 8 AGO (ANSA) &#8211; A 17ª Conferência Internacional da Aids encerrou hoje com o reconhecimento de que não se alcançaram as metas para 2010 de obter uma vacina e o acesso universal ao tratamento, prevenção e cuidado de doentes, e em meio às críticas de algumas ONGs sobre seus resultados &#8220;pobres&#8221;.<br />
    Luis Soto, co-presidente da conferência internacional, disse que os resultados da prevenção que se faz hoje &#8220;poderão ser vistos na próxima geração&#8221;, e lamentou que &#8220;o mundo não conte com infra-estrutura médica e recursos suficiente para fazer frente de maneira adequada ao HIV&#8221;.<br />
    Robert Fox, dirigente da Oxfam Internacional, questionou que o encontro terminou sem um &#8220;claro plano ou algum novo impulso para alcançar a meta do acesso universal à prevenção, tratamento e cuidado&#8221; dos doentes para 2010.<br />
    &#8220;Dizer que estamos decepcionados é um eufemismo&#8221;, assinalou Fox, que perguntou se o encontro transformou-se em outra &#8220;custosa festa discursiva&#8221;.<br />
    Manteve que em vez de &#8220;agrupar as tropas&#8221;, funcionários governamentais e agências da ONU fixaram em 2015 como uma data suficientemente aceitável deixando &#8220;felizmente de lado o objetivo de 2010&#8243;.<br />
    Annie Lennox, a famosa cantora escocesa embaixadora global de Oxfam, presente na conferência, afirmou que a Aids &#8220;é uma emergência e não há tempo para perder&#8221;.<br />
    Soto, chefe da Virologia Molecular do Instituto Nacional de Nutrição, do México, disse que entre os temas pendentes para o próximo encontro, dentro de 2 anos em Viena, Áustria, figura &#8220;a mudança para a igualdade das mulheres&#8221;.<br />
    O presidente da Sociedade Internacional da Aids, o argentino Pedro Cahn, e o diretor executivo do Fundo Mundial contra a Aids, a Malária e a Tuberculose, Michel Kazatchkine, consideraram que o principal desafio é &#8220;eliminar o estigma e a discriminação&#8221;.<br />
    A delegação mais numerosa foi a dos Estados Unidos, com 5.078 delegados, seguida pelo México, o anfitrião, com 3.932, e por Canadá, com 888 membros, enquanto África do Sul, o país com mais pessoas com o HIV-Aids do mundo, teve 608 delegados, e Índia, 407, o terceiro do mundo.<br />
    O encontro, coberto por cerca de 3.000 jornalistas, é convocado a cada dois anos pela Sociedade Internacional da Aids. (ANSA)<br /></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/criasaids2008.wordpress.com/183/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/criasaids2008.wordpress.com/183/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/criasaids2008.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/criasaids2008.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/criasaids2008.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/criasaids2008.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/criasaids2008.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/criasaids2008.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/criasaids2008.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/criasaids2008.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/criasaids2008.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/criasaids2008.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/criasaids2008.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/criasaids2008.wordpress.com/183/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/criasaids2008.wordpress.com/183/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/criasaids2008.wordpress.com/183/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=183&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>GLOBAL: Circuncisão masculina – uma lotaria para as mulheres?</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 08:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CIDADE DO MÉXICO, 8 Agosto 2008 (PlusNews) &#8211; Enquanto pesquisadores e activistas na 17ª Conferência Internacional de SIDA exortaram doadores e governos a aumentar os programas de circuncisão masculina, outros levantaram questões em relação ao que isso significará para as mulheres. Em Março de 2007, a Organização Mundial da Saúde e o Programa Conjunto das [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=181&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CIDADE DO MÉXICO, 8 Agosto 2008 (PlusNews) &#8211; Enquanto pesquisadores e activistas na 17ª Conferência Internacional de SIDA exortaram doadores e governos a aumentar os programas de circuncisão masculina, outros levantaram questões em relação ao que isso significará para as mulheres. </p>
<p>Em Março de 2007, a Organização Mundial da Saúde e o Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/SIDA (ONUSIDA) fizeram recomendações que autorizam a circuncisão masculina como uma estratégia de prevenção ao HIV, após estudos em Kisumu, no Quénia, e na comunidade de Orange Farm, na África do Sul, terem mostrado que o procedimento pode reduzir o risco de infecção em até 60 por cento. </p>
<p>Mas as recomendações também enfatizaram que não se sabe o suficiente para afirmar que a circuncisão masculina reduz a transmissão sexual de HIV de homens para mulheres, o que torna a intervenção “altamente problemática”, segundo Marge Berer, editora do periódico Assuntos de Saúde Reprodutiva (Reproductive Health Matters, em inglês), baseado em Londres. </p>
<p>“Da perspectiva de saúde pública, o que nos é dito é que um índice de proteção de 60 por cento [para os homens circuncidados] é muito melhor do que nada. Mas será que a circuncisão masculina é boa o bastante para as mulheres?”, indagou. </p>
<p>Um estudo com quase três mil homens entre 18 e 24 anos no Quénia comparou a função sexual entre homens circuncidados e não-circuncidados, avaliando sua satisfação sexual ao longo de dois anos. Os pesquisadores descobriram que o grupo dos homens circuncidados não apresentava índices mais altos de disfunção sexual do que o dos homens não-circuncidados. </p>
<p>Segundo John Krieger, da Universidade de Washington, em Seattle, os homens que foram circuncidados reportaram maior prazer sexual após a circuncisão, e consideraram mais fácil usar preservativo. </p>
<p>Além disso, novos resultados de uma iniciativa de circuncisão masculina implementada pelos Serviços Populacionais Internacionais na Zâmbia sugerem que a resistência cultural pode não representar uma barreira séria como se pensava anteriormente, e que é possível fazer os procedimentos com segurança e eficiência em locais mais pobres, utilizando enfermeiras e funcionários clínicos. </p>
<p>Tudo que eu ouço é sobre o que a circuncisão masculina fará para os homens, para a satisfação sexual masculina&#8230; mas e as mulheres? Qual é o envolvimento delas?<br />
Representantes ouviram que a circuncisão também diminui o risco de homens contraírem o vírus do papiloma humano (HPV, em inglês) que causa verrugas genitais e tricomoníase, outra doença sexualmente transmissível comum. </p>
<p>E as mulheres? </p>
<p>“Tudo que eu ouço [na conferência] é sobre o que isso fará para os homens, para a satisfação sexual masculina&#8230; mas e as mulheres? Qual é o envolvimento delas?”, comentou Siphiwe Hlope, fundadora da Suazis por uma Vida Positiva (SWAPOL, em inglês), uma organização de apoio à SIDA. </p>
<p>Nicolai Lohse, um pesquisador do ONUSIDA, disse que o modelo matemático mostrou que as mulheres iriam beneficiar-se da circuncisão masculina se ela não representasse queda no uso de preservativo em mais de 65 por cento. O risco de mulheres contraírem HIV também reduziria se os programas de circuncisão levassem a menos homens seropositivos na população. O risco de infecção das mulheres cairia em dois por cento se apenas cinco por cento dos homens fossem circuncidados, e em 20 por cento se metade dos homens da população fossem circuncidados. </p>
<p>Ao mesmo tempo que Berer disse aos representantes que os benefícios potenciais da circuncisão masculina eram “uma lotaria muito grande” para as mulheres, vários países da África Austral já estão no processo de desenvolvimento de políticas nacionais sobre o procedimento. </p>
<p>“Nós temos que apoiar esses programas, eu não acho que temos escolha. Mas, pode-se questionar se esses programas têm uma responsabilidade com as mulheres”, disse Berer. </p>
<p>Ela sugeriu campanhas de expansão da circuncisão masculina que envolva casais e não foque apenas nos homens. Profissionais de defesa da saúde das mulheres também tiveram um papel na criação de políticas nacionais. </p>
<p>“Ninguém vai estender um tapete vermelho para o envolvimento das mulheres na circuncisão masculina&#8230; deixar de ser vítimas só depende das mulheres”, acrescentou. </strong><br />
PlusNews</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/criasaids2008.wordpress.com/181/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/criasaids2008.wordpress.com/181/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/criasaids2008.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/criasaids2008.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/criasaids2008.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/criasaids2008.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/criasaids2008.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/criasaids2008.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/criasaids2008.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/criasaids2008.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/criasaids2008.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/criasaids2008.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/criasaids2008.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/criasaids2008.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/criasaids2008.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/criasaids2008.wordpress.com/181/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=181&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>ÁFRICA: Falhas em TB ameaçam conquistas do tratamento de HIV</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 08:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[CIDADE DO MÉXICO, 8 Agosto 2008 (PlusNews) &#8211; A tuberculose (TB) é a principal causa de morte de pessoas vivendo com HIV em África, mas apenas um por cento dos seropositivos com acesso a tratamento foram testados para TB em 2006. Segundo activistas, trata-se de um lapso que ameaça a conquista de ter colocado mais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=179&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CIDADE DO MÉXICO, 8 Agosto 2008 (PlusNews) &#8211; A tuberculose (TB) é a principal causa de morte de pessoas vivendo com HIV em África, mas apenas um por cento dos seropositivos com acesso a tratamento foram testados para TB em 2006. </p>
<p>Segundo activistas, trata-se de um lapso que ameaça a conquista de ter colocado mais de três milhões de pessoas em tratamento antiretroviral. </p>
<p>“Estamos a enfrentar uma praga prevenível numa epidemia devastadora”, disse Michael Sidibe, vice-director executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/SIDA. Ele insistiu por acções urgentes para TB por parte de governos e doadores na 17ª Conferência Internacional de Aids, na Cidade do México. </p>
<p>Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, apenas 321.400 pessoas foram testadas para TB em 2006 no mundo todo, 26 por cento das quais tinham alguma forma activa da doença. Pessoas seropositivas são 50 vezes mais susceptíveis a desenvolver TB do que pessoas negativas, e sem tratamento adequado, 90 por cento deles geralmente morrem em meses. </p>
<p>Apesar dessas estatísticas, nenhum dos três grandes doadores para a SIDA – o Fundo Global de Luta contra SIDA, Malária e Tuberculose, o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Auxílio da SIDA e o Banco Mundial – incorporaram exigências para que o teste de TB fosse oferecido a pessoas vivendo com HIV em seus programas. </p>
<p>Jim Kim, do Centro para Saúde Global da Universidade de Harvard, enfatizou que as ferramentas para diagnóstico da TB estavam desactualizadas e precisavam de desenvolvimento, mas acrescentou que mesmo com a tecnologia existente, os programas de HIV poderiam e deveriam estar fazendo melhor. </p>
<p>“TB é uma doença altamente curável – mesmo a TB extremamente resistente a drogas tem bons índices de cura em alguns países, como o Peru”, disse Kim. “Mas agora é preciso aumentar o foco – pessoas seropositivas precisam de uma vasta variedade de serviços de saúde pública, incluindo tratamento de TB.” </p>
<p>Activistas destacaram a necessidade de se criar mais conscientização sobre a importância de testes para TB entre pessoas vivendo com HIV e o público em geral. </p>
<p>Vuyiseka Dubula, secretário-geral do Treatment Action Campaign, da África do Sul, disse: “Ignorar o teste e o tratamento destrói todas as conquistas feitas com o tratamento de HIV.” </strong><br />
PlusNews</p>
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		<item>
		<title>Opressão e detenção ou como expor os usuários de drogas ao HIV</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 21:04:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Pressionar usuários de drogas com prisão ou assédio não diminui o consumo destas substâncias, mas agrava o risco de infecção pelo HIV neste grupo vulnerável, disseram especialistas na 17ª Conferência Internacional de SIDA na Cidade do México. Com excepção da África, onde o HIV é transmitido principalmente por vias sexuais, no resto do mundo “cerca [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=178&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pressionar usuários de drogas com prisão ou assédio não diminui o consumo destas substâncias, mas agrava o risco de infecção pelo HIV neste grupo vulnerável, disseram especialistas na 17ª Conferência Internacional de SIDA na Cidade do México. </p>
<p>Com excepção da África, onde o HIV é transmitido principalmente por vias sexuais, no resto do mundo “cerca de um terço dos casos de infecção pelo HIV são devidos à troca de seringas usadas”, disse Daniel Wolfe, responsável pelo programa de redução da vulnerabilidade da Iniciativa da Open Society. </p>
<p>Segundo ele, na Rússia, 83 por cento dos casos de infecção foram registados entre usuários de drogas injectáveis (IDU, em inglês). Na Ucrânia, a proporção é de 62 por cento e no Vietnã, 52 por cento. </p>
<p>Para lidar com a questão, muitos governos optam pela repressão e pelo encarceramento, mas estudos mostram que detenções ou assédio policial não têm efeito algum sobre o consumo, mas priva de cuidados e meios de prevenção do HIV aqueles que mais precisam deles. </p>
<p>Um estudo conduzido em 95 regiões metropolitanas nos Estados Unidos entre 1991 e 2002 revelou que, após ondas de detenções de usuários de drogas entre 1994 e 1997, notou-se um aumento da seroprevalência entre os IDU em 1998. </p>
<p>Escondidos da polícia </p>
<p>Na Tailândia, uma experiência bem mais recente reforça esse ponto. Uma vasta operação de “guerra contra a droga” lançada no país em 2003 fez com que os IDU se escondessem, destacou Pasian Suwannawong, ex-consumidor de drogas e presidiário. </p>
<p>O HIV é um problema viral, não moral; uma política moralizadora não é a resposta.<br />
Segundo ele, os IDU tailandeses renunciaram ao acompanhamento médico porque não queriam “arriscar a vida” indo ao hospital, pois sabiam que a polícia seria informada. </p>
<p>Como resultado, hoje os usuários de drogas são não apenas o grupo mais atingido pelo HIV no país, mas também o único a não ter registado uma diminuição na prevalência nos últimos 20 anos, disse Sowannawong. Dos 160 mil prisioneiros tailandeses, 4.800 vivem com o HIV. </p>
<p>Mesmo se houver tratamento na prisão, resta saber de que tratamento se trata e como ele é administrado, notou Wolfe. No Vietnã, por exemplo, mais de 50 mil IDUs foram enviados à força a centros de tratamento, onde os medicamentos nem sempre eram disponíveis. </p>
<p>Na Rússia, onde a desintoxicação é o tratamento obrigatório, a taxa de recaída após o tratamento é de 64 por cento num período de seis meses, segundo Wolfe, pois os prisioneiros não recebiam nenhum tipo de informação sobre o processo, diminuindo a adesão. </p>
<p>Porém, é possível desenvolver programas de redução de risco nas prisões para os IDU, notou um representante da Organização Mundial da Saúde (OMS). </p>
<p>Um estudo sobre o impacto dos programas piloto de troca de seringas nas prisões mostrou que é possível introduzir um programa de troca de seringas e de tratamento de substituição simultaneamente. </p>
<p>Os resultados foram favoráveis: os tratamentos de substituição reduziram riscos de mortalidade, comportamentos de risco, a criminalidade, o abuso de drogas e a troca de seringas e o programa de troca de seringas preveniu a propagação do HIV. </p>
<p>A OMS e as agências parceiras das Nações Unidas recomendaram a criação urgente de programas de troca de seringas e de tratamentos de substituição, assim como a criação de alternativas à detenção para usuários de drogas injectáveis presos por sua dependência. </p>
<p>Wolfe, da Open Society, enfatizou que “uma boa política contra a SIDA é uma boa política contra a droga”. </p>
<p>“[Em Manipur], os IDU são vistos como factores de propagação do HIV, talvez porque a primeira pessoa a ser diagnosticada seropositiva aqui em 1990 fosse usuária de drogas injectáveis”, notou Rohit Sapam, cuja organização age nessa região no noroeste da Índia. “Mas o HIV é um problema viral, não moral; uma política moralizadora não é a resposta.” </strong><br />
PlusNews</p>
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		<title>Boletim Diário NAM/GAT &#8211; nº5</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 21:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[www.aidsmap.com notícias da conferência atualizadas diariamente no aidsmap XVII Conferência Internacional sobre SIDA :: 3 a 8 de Agosto, 2008 Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008 VIH e legislação penal Tratamento do VIH e da tuberculose nos utilizadores de droga Abacavir e doença cardíaca – estudos discordantes Eficácia e efeitos secundários do abacavir: os estudos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=176&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>www.aidsmap.com<br />
notícias da conferência atualizadas diariamente no aidsmap<br />
XVII Conferência Internacional sobre SIDA :: 3 a 8 de Agosto, 2008<br />
Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008<br />
VIH e legislação penal<br />
Tratamento do VIH e da tuberculose nos utilizadores de droga<br />
Abacavir e doença cardíaca – estudos discordantes<br />
Eficácia e efeitos secundários do abacavir: os estudos discordam de novo<br />
Declaração suíça: a evidência disponível até à data é insuficiente para afirmar se a declaração está certa ou errada<br />
Outras notícias<br />
Transmissão via net da Conferência e comentário dos especialistas<br />
Tradução GAT &#8211; Grupo Português de Activista sobre Tratamentos VIH/SIDA<br />
Todos os links deste boletim são para artigos em inglês.<br />
Por favor, visite nossas seções de outras línguas para mais informações em: </p>
<p>español<br />
français<br />
português<br />
pусский</p>
<p>VIH e legislação penal</p>
<p>Um pouco por todo o mundo, muitos países têm vindo a aprovar legislação que criminaliza a transmissão do VIH. A ONUSIDA está tão preocupada com esta tendência que lançou um apelo para a revogação de todas as leis que criminalizam a transmissão e exposição ao VIH, com excepção da transmissão intencional.</p>
<p>Em todas as regiões do globo, existem leis que criminalizam a exposição e transmissão do VIH através do sexo, uso de drogas injectáveis, ou da mãe para o filho.</p>
<p>Os delegados presentes na Conferência do México foram informados de que muitos países da África Ocidental e Central introduziram legislação criminalizando a exposição e transmissão do vírus da SIDA. </p>
<p>Mas &#8211; foi dito na Conferência -, este tipo de legislação traz consigo culpa e estigmatização, podendo dissuadir as pessoas de realizar o teste de despiste da infecção.</p>
<p>Foi expressa uma particular preocupação com o crescimento gradual da criminalização observado na Europa e Ásia Central. O número de países com leis deste tipo ascende, nesta região do globo, a 53.</p>
<p>A ONUSIDA distribuiu um novo documento de trabalho que afirma não haver qualquer tipo de evidência que mostre que o uso deste tipo de legislação contribua para reduzir o número de transmissões do VIH.  Em vez de processar as pessoas por transmitir o VIH, a agência da ONU para o VIH/SIDA tem vindo a apelar junto dos governos no sentido do alargamento da implementação dos projectos que se sabe poderem contribuir para a redução do número de transmissões.</p>
<p>A excepção a esta regra é a transmissão intencional do vírus, que a ONUSIDA acredita dever manter o estatuto de crime.</p>
<p>Tratamento do VIH e da tuberculose nos utilizadores de droga</p>
<p>Na Conferência foi também feito um apelo no sentido de se disponibilizar tratamento do VIH e TB para os utilizadores de drogas injectáveis.</p>
<p>A OMS, a ONUSIDA e a Agência da ONU para as Drogas e o Crime (UNODC) anunciaram uma nova política no sentido de garantir que um maior número de utilizadores de drogas com VIH e/ou TB passe a receber o tratamento e os cuidados de saúde de que efectivamente necessita.</p>
<p>Estima-se que cerca de 10% dos casos de VIH em todo mundo afectem utilizadores de drogas. Contudo, apenas uma pequena percentagem dos cerca de 3,5 milhões de utilizadores de drogas com VIH têm acesso aos serviços adequados.</p>
<p>Questões como a marginalização, a discriminação, o não ter casa e a reclusão em estabelecimentos prisionais podem contribuir para que os utilizadores de drogas não estejam a ter acesso aos serviços de que precisam.</p>
<p>O documento agora em causa apela a um maior planeamento, de forma a garantir que os serviços estão a chegar àqueles que deles precisam.</p>
<p>É necessário um melhor controlo da infecção em locais como as prisões – e há, de facto, uma preocupação muito real com os recentes casos virtualmente não-tratáveis de TB extensamente multirresistente (TB-XMR).</p>
<p>Finalmente, foi também feito um apelo no sentido de se fornecer aos utilizadores de drogas tratamento universal para o VIH e a TB, com, se necessário, apoio especializado à adesão.</p>
<p>Abacavir e doença cardíaca – estudos discordantes</p>
<p>Na Conferência do México foi apresentada informação discordante sobre o risco de doença cardíaca associada ao tratamento com abacavir.</p>
<p>Embora o tratamento com abacavir (Ziagen; também presente nos fármacos de combinação Kivexa e Trizivir) tenha sido associado a um risco aumentado de ataque cardíaco num importante estudo apresentado na Conferência, a empresa produtora da substância foi olhar para os registos de quase 10 000 pessoas a tomar o medicamento e informou a Conferência de que não tinha observado nenhuma associação desse tratamento com doença cardíaca.</p>
<p>Mesmo que exista uma ligação entre o abacavir e doença cardíaca, os investigadores pensam que ela terá apenas importância nas pessoas com outros factores de risco para doença cardíaca.  Este raciocínio reflecte as recomendações das actuais guidelines de tratamento britânicas. Estas orientações referem que o abacavir pode ser uma boa opção para as pessoas a começar tratamento ARV pela primeira vez, mas alertam para o seu uso em pessoas com factores de risco para doença cardíaca.</p>
<p>A Conferência do México soube que o estudo SMART – o maior ensaio clínico de sempre na área do VIH – descobriu que os doentes tratados com abacavir apresentavam uma maior probabilidade de desenvolver alguns problemas cardíacos, incluindo enfarte do miocárdio.</p>
<p>No início deste ano, os resultados de um outro estudo (que avaliava os efeitos secundários dos fármacos anti-VIH) mostravam que o tratamento com abacavir duplicava o risco de enfarte agudo do miocárdio. O estudo também mostrou que o tratamento com ddI (Videx) aumentava o risco de enfarte do miocárdio. O tenofovir (Viread; também presente nos fármacos de combinação Truvadae Atripla), porém, não foi incluído no estudo, pelo que os seus resultados foram, na realidade, incompletos. </p>
<p>Os investigadores do estudo SMART compararam o abacavir com o tenofovir. Esta comparação mostrou que o abacavir aumentava o risco de problemas cardíacos, mas o tenofovir não. Não foi encontrada nenhuma ligação entre o tratamento com ddI e doença cardíaca.</p>
<p>Os resultados do estudo SMART também mostraram que as pessoas a tomar abacavir tinham  uma maior probabilidade de apresentar resultados de exames mostrando um risco aumentado de doença cardíaca. </p>
<p>Contudo, os fabricantes do abacavir, a GlaxoSmithKline, analisaram os resultados de 52 diferentes ensaios clínicos, que a empresa tinha realizado com o objectivo de avaliar a segurança e eficácia da substância.</p>
<p>Esses estudos incluíam quase 15 000 pessoas, 10 000 das quais eram tratadas com abacavir. Estes estudos mostraram a mesma reduzida taxa de doença cardíaca para as pessoas tratadas com abacavir e com outros diferentes fármacos ARVs.</p>
<p>Eficácia e efeitos secundários do abacavir: os estudos discordam de novo<br />
O abacavir foi objecto de mais controvérsia durante a Conferência.</p>
<p>No início deste ano, um estudo norte-americano mostrou que os doentes com uma carga viral elevada na altura em que começavam o tratamento ARV tinham uma menor probabilidade de atingir uma carga viral indetectável se começassem o tratamento com uma combinação que incluísse abacavir, por comparação com uma terapêutica inicial que incluísse tenofovir.</p>
<p>Os investigadores responsáveis pelo estudo afirmaram perante a Conferência terem visto e confirmado os resultados uma segunda vez.</p>
<p>Também referiram que as pessoas a fazer abacavir tinham uma probabilidade maior de apresentar efeitos secundários. Mas não se registaram enfartes do miocárdio.</p>
<p>A GlaxoSmithKline, a companhia que fabrica a substância, analisou, porém, os resultados de outros estudos, que mostraram não haver uma diferença real nas hipóteses de alcançar uma carga viral indetectável por parte de quem se encontrava a fazer abacavir, qualquer que fosse a sua carga viral no início do tratamento, por comparação com outros fármacos ARVs.</p>
<p>As guidelines britânicas de tratamento alertam, actualmente, contra o início do tratamento com abacavir, no caso da carga viral ser superior a 100 000.</p>
<p>Declaração suíça: a evidência disponível até à data é insuficiente para afirmar se a declaração está certa ou errada</p>
<p>Em Janeiro último, um grupo de médicos suíços especialistas em VIH publicou uma declaração que afirmava que as pessoas a fazer tratamento ARV há pelo menos seis meses, com uma carga viral inferior a 40 cópias/ml, com uma boa adesão ao seu tratamento e sem outras infecções de transmissão sexual, não passavam o vírus ao seu parceiro heterossexual. </p>
<p>A declaração tem sido, desde então, alvo de intenso debate. Uma das sessões da Conferência foi mesmo dedicada a discuti-la em detalhe.</p>
<p>Um outro grupo de investigadores suíços analisou, entretanto, todos os estudos conduzidos desde que o tratamento ARV eficaz se tornou disponível e que incluíssem informação sobre a transmissão do VIH nos casos em que um dos parceiros era VIH-positivo e o outro VIH-negativo.</p>
<p>Este estudo não confirmou nem contestou o conteúdo da declaração suíça.</p>
<p>Suzanna Attia, a investigadora principal do último estudo, afirmou perante a Conferência: “Não identificámos quaisquer estudos ou relatos de casos onde a transmissão tenha ocorrido abaixo das 40 cópias/ml”. Mas acrescentou que o estudo que liderava não podia afirmar se a declaração estava certa ou errada.</p>
<p>Um dos problemas era o de que nenhum dos estudos apresentava exactamente os mesmos critérios dos usados na declaração suíça. </p>
<p>A investigação encontrou uma transmissão do VIH no caso de uma pessoa que não estava a fazer tratamento ARV e que tinha uma carga viral mesmo abaixo de 400. </p>
<p>Anteriormente, tinha sido sugerido que uma carga viral no sangue de 1 500 constituía o limite inferior para o risco de contágio.</p>
<p>Outras notícias<br />
Um grupo de investigadores australianos analisou o tipo de homossexuais masculinos que deveria constituir o alvo principal do trabalho de prevenção. Os investigadores sugeriram uma abordagem que permite definir melhor as características dos homens homossexuais mais expostos aos riscos de transmissão do VIH, e que constituiriam, por isso, alvos preferenciais da prevenção. </p>
<p>Consumo de álcool e risco do VIH. Os resultados de um estudo desenvolvido na África do Sul, e apresentados 4ª feira passada na Conferência, sugeriam que as pessoas cujo consumo de álcool as coloca perante um maior risco de infecção pelo VIH podem beneficiar de intervenções de reforço de competências e redução de riscos.</p>
<p>Transmissão via net da Conferência e comentário dos especialistas<br />
Assista aos webcasts da Conferência</p>
<p>A cobertura online da XVII Conferência Internacional da SIDA é disponibilizada pela kaisernetwork.org, um serviço de informação e notícias da Fundação Família Kaiser.</p>
<p>Podcasts com comentários de especialistas</p>
<p>A Clinical Care Options, numa parceria com a IAS – International AIDS Society –, orgulha-se de contribuir para a disponibilização da cobertura científica online da Conferência AIDS 2008.  Um conjunto de especialistas de todo o mundo irá analisar os novos dados e organizar a criação de conjuntos descarregáveis de slides. </p>
<p>A cobertura online incluirá ainda os destaques da Conferência em formato áudio e vídeo, nos quais os especialistas recapitularão os dados apresentados nas sessões mais importantes, bem como os sumários dos estudos mais importantes. Visite o site da Clinical Care Options onde poderá proceder à adesão gratuita e à subscrição das actualizações por e-mail e de podcasts.</p>
<p>Divulgue este boletim para amigos ou colegas</p>
<p>Caso tenha amigos ou colegas que queiram receber este boletim, reenvie-o por e-mail ou torne-os assinantes gratuitamente no aidsmap.com</p>
<p>Sobre a NAM </p>
<p>A NAM, uma organização de base comunitária, ganhadora de diversos prêmios, atua do Reino Unido. Fornecemos informações confiáveis e precisas sobre o HIV pelo mundo às pessoas HIV-positivas e aos profissionais que tratam e cuidam delas, apoiando-as. A NAM é uma instituição de caridade registrada sob o número 1011220. </p>
<p>As publicações da NAM são baseadas em evidências e revisadas por dois painéis médicos internacionais e um painel de indivíduos HIV-positivos, os quais asseguram precisão, equilíbrio, relevância e acessibilidade.</p>
<p>A NAM ajuda as pessoas a </p>
<p>controlar suas vidas e a cuidar de sua saúde<br />
entender e a aderir ao tratamento para HIV<br />
viver mais e saudavelmente</p>
<p>Para mais detalhes, favor contatar a NAM </p>
<p>tel: +44 (0)20 7840 0050<br />
fax: +44 (0)20 7735 5351<br />
correo:info@nam.org.uk<br />
web:www.aidsmap.com </strong></p>
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		<title>AIDS:Educar para prevenir</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[México, 04/08/2008(IPS) &#8211; Ministros da Educação e da Saúde de 33 países latino-americanos e caribenhos, reunidos na capital mexicana para definir pela primeira vez políticas de luta contra a Aids, acordaram aplicar estratégias intersetoriais de &#8220;educação integral em sexualidade e promoção da saúde sexual&#8221;. Desta forma os governos da região apostam na educação sexual para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=criasaids2008.wordpress.com&amp;blog=4402802&amp;post=174&amp;subd=criasaids2008&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>México, 04/08/2008(IPS) &#8211; Ministros da Educação e da Saúde de 33 países latino-americanos e caribenhos, reunidos na capital mexicana para definir pela primeira vez políticas de luta contra a Aids, acordaram aplicar estratégias intersetoriais de &#8220;educação integral em sexualidade e promoção da saúde sexual&#8221;. </p>
<p>Desta forma os governos da região apostam na educação sexual para impedir o avanço da pandemia do HIV (vírus da deficiência imunológica humana), causador da Aids. Os responsáveis pelas duas áreas também acertaram &#8220;garantir que os serviços atendam necessidades e demandas específicas de saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes e das adolescentes, e jovens considerando a diversidade de orientação e identidades sexuais&#8221;, segundo a declaração do encontro ao qual a IPS teve acesso.</p>
<p>A reunião, iniciada na quinta-feira com uma sessão de comitês técnicos que elaborou o rascunho da declaração, aconteceu a dois dias do início da XVII Conferência Internacional sobre Aids, que reunirá até o próximo dia 8 cerca de 25 mil representantes de grupos da sociedade civil, organismos internacionais e governos de 150 países. &#8220;Este acordo é inovador, porque até agora se trabalhou de forma separada entre a saúde e a educação, com pouca vinculação. Agora, se poderá trabalhar de forma coordenada&#8221;, disse à IPS a ministra paraguaia da Saúde, Esperanza Martinez.</p>
<p>Dessa forma, as autoridades educacionais e sanitárias responderam à demanda de diversas organizações sociais no sentido de incorporar esquemas programáticos na educação oficial da América Latina e do Caribe. &#8220;O acordo é louvável, mas é preciso ter um monitoramento constante e uma avaliação permanente (da execução do programa), disse na reunião Esther Corona, presidente da Associação Mexicana de Educação Sexual e uma das pioneiras no campo da educação sexual em seu país.</p>
<p>O informe 2007 do Programa Conjunto das Nações Unidas dedicado ao HIV/Aids indica que na América Latina há 1,7 milhão de portadores do vírus, dos quis 47 mil são crianças e cerca de 500 mil são jovens com idades entre 14 e 24 anos. Além disso, indica que nesse período estudado morreram 63 mil pessoas devido a doenças relacionadas com a enfermidade.</p>
<p>No encontro ministerial, Brasil, México e Colômbia agiram fortemente para aprovar uma declaração se referindo diretamente a um programa educacional com ênfase na sexualidade e na prevenção, diante da resistência de nações como El Salvador e outras do Caribe, que objetaram menções à proteção dos grupos vulneráveis e às diversas orientações sexuais. &#8220;Houve um esforço valente desse grupo de países para se ter um documento contendo parâmetros diferentes dos já conhecidos&#8221;, disse à IPS uma fonte próxima ao processo de negociação.</p>
<p>Além disso, os ministros defenderam o funcionamento de mecanismos oficiais para reportar e reparar atos de discriminação por parte dos serviços governamentais educacionais e de saúde. Os ministros acordaram avaliar em 2009 os programas educacionais existentes para identificar como incorporam e aplicam o novo modelo no currículo escolar da região. Além disso, o plano regional fala de atualizar no próximo ano os conteúdos e as metodologias do currículo educacional sob a competição dos ministérios da Educação para a inclusão de temas de educação sexual, em coordenação com as pastas da Saúde.</p>
<p>Desta forma, as metas são reduzir em 75% a quantidade de escolas que atualmente não contam com educação sexual em sua grade curricular e diminuir em 50% o número de adolescentes e jovens que atualmente carecem de cobertura sanitária para atender suas necessidades de saúde sexual e reprodutiva em 2015. &#8220;Necessitamos gerar políticas públicas para deter o HIV na região. Nos interessa dirigir essas medidas para os jovens&#8221;, disse a secretária mexicana da Educação, Josefina Vasquez.</p>
<p>Previamente à reunião, os diretores regionais de 10 agências das Nações Unidas sugeriram aos governos locais melhorar e expandir seus programas de educação sexual para prevenir a Aids e, assim, reduzir o impacto da pandemia na região. Esse grupo disse que a educação sexual é um componente essencial para a prevenção do HIV, &#8220;particularmente se estiver voltada às necessidades dos jovens&#8221;.</p>
<p>Os ministros acordaram reforçar a capacitação dos professores com revisão e atualização dos conteúdos da educação sexual e acolher a participação social na definição dos programas de promoção sanitária. Mas, os governos da região terão de superar a oposição de setores conservadores que rechaçam a inclusão da educação sexual nas escolas. &#8220;Essa será uma discussão importante para colocar esse tema em debate público&#8221;, disse a ministra paraguaia Martinez.</p>
<p>&#8220;Necessitamos de um enfoque e uma metodologia participativos. Deve-se ouvir as experiências dos jovens para incluir nos programas as ações que aplicam para si mesmos&#8221;, disse Christine Barrow, acadêmica da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade das Índias Ocidentais, na ilha caribenha de Barbados. Os altos responsáveis da área de educação e saúde sugeriram trabalhar com os parlamentos nacionais para conseguir adaptar as leis às novas políticas educacionais e contar com o orçamento adequado para executar as novas disposições nesse campo e na saúde.</p>
<p>Diversos estudos que serão apresentados na Conferência indicam que metade das nações latino-americanas carecem de programas educativos formais em matéria sexual. Nesse sentido, a vice-ministra da Saúde da Costa Rica, Lidieth Carballo, citou, ao apresentar um sumário das conclusões da reunião técnica, a revisão de leis para que a luta contra o HV/Aids responda à conjuntura da epidemia.</p>
<p>Além disso, Lidieth mencionou a falta de informação e a desinformação sobre a doença e a necessidade de contar com um sistema de monitoramento e avaliação dos programas sanitários e educacionais. Os ministros recomendaram a inclusão dos acordos na próxima Cúpula Ibero-americana, marcada para outubro em El Salvador, e na V Cúpula das Américas, em abril de 2005 em Trinidad e Tobago. (IPS/Envolverde)<br />
Emilio Godoy </p>
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